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If you wish to speak with me in English, just leave me a note! Sou advogada por profissão; viajante por hobby. Uma pesquisadora incansável na hora de me mandar para algum lugar, a fim de achar as melhores coisas pelo melhor preço possível. Gosto de moda, de artes, dos livros, de bijouteria à astronomia, de viajar, do conhecido e do desconhecido. Meu voto é sempre pela compaixão, pela generosidade e pela solidariedade!

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

O trilema de Bora Bora: Four Seasons, InterContinental Thalasso ou St. Regis?

     

     Dos e-mails que recebo de pessoas querendo dicas sobre o Tahiti, a maioria absoluta quer saber qual desses hotéis é melhor de Bora Bora. E sempre percebo uma ``quedinha`` pelo St. Regis.

     Cotados como os três melhores da alucinante Bora Bora, tive a oportunidade, nessa última viagem, de ficar duas noites no Thalasso, onde eu já havia me hospedado outras vezes e outras duas no St. Regis, além de ter feito uma visita ao Four Seasons.

     Four Seasons: é muito bonito, verde, grande (mas não enorme), bem conservado, tem um SPA espetacular. A vista é linda. O bangalô é legal e mantém um tanto da tradição polinésia. Tem um ecompartimento do lado de fora onde ficam os pés de pato e máscaras de mergulho (o que achei bem legal) mas, perde para o do Thalasso na decoração. A villa presidencial é ma-ra-vi-lho-sa e comporta 3 casais, com praia privada e alguns mimos. O barco que transporta os hóspedes do aeroporto ao hotel é uma graça. Como não fiz refeições por lá, não posso emitir opinião. A diária é cara, empatando com a do St. Regis. Não entendi por qual motivo esse dois são mais caros que o Thalasso, que não perde em nada, aliás, ganha em muitos quesitos. Bicicletas não são permitidas. Tem muita criança para o meu gosto. 

     St. Regis: é bonito, tem um excelente atendimento, SPA da Clarins, uma piscina exclusiva para adultos, mas é muito grande. Me perdi duas vezes. Não estou brincando, não, e olha que tenho um senso de localização invejável. Os restaurantes são distantes. As bicicletas são enferrujadas e, se quiser ir de carrinho, às vezes tem que esperar um tanto, embora o serviço esteja sempre disponível. O bangalô é enorme, mas perde para os do Four Seasons e Thalasso. Achei também que um fica muito próximo ao outro, o que tira um pouco a privacidade. A comida é muito boa. Mas o que me intrigou nesse hotel foi a sensação de não estar em Bora Bora. Me parece que se removessem o St. Regis dali e colocassem em outra praia, teria o mesmo efeito. Acho que só vi o Monte Otemanu quando sai e entrei no barco, na chegada e na partida. De novo, não entendo a razão de as tarifas serem mais altas que as do Thalasso.

     InterContinental Thalasso: sim, o meu queridinho e preferido!!! O melhor bangalô dos três, sempre com vista para o Monte Otemanu. Basta manter os olhos abertos para saber que você está em Bora Bora. A vista da piscina é deslumbrante. Comida deliciosa, em todas as refeições. O restaurante Le Corail foi inaugurado ano passado e é magnífico, seja pelo que é servido, pelo atendimento ou pela vista para a capela iluminada, conforme ilustra a foto supra. Tem os benefícios do cartão Ambassador. Transporte para o InterContinental Le Moana, hotel irmão que fica na ilha principal, onde se pode passar o dia e fazer as refeições, sem custo adicional. Também não tem bicicletas. O SPA é lindo e o serviço nota dez. E custa um pouco menos que os dois acima. Sorte a nossa!!!

     Termino com uma foto tirada de cima do parasail, pois será o próximo texto do blog.




segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Um passeio surpresa em Taha'a



     Tínhamos um passeio marcado na ilha de Taha'a, mas não sabíamos muito bem como seria.

     Eu sempre gosto de saber de tudo, mas confiei na surpresa que o Herald, agente que indico e meu mentor no Tahiti, havia preparado.

     Às 9 da manhã pegamos o barco do hotel Le Taha'a e fomos até o pier central. Ao descer, havia um carro 4X4 à nossa espera. George, um tahitiano muito gentil (que foi apelidado de Pirelli e depois você vai saber o motivo), nos recebeu e contou que seríamos os únicos nesse passeio, que duraria praticamente o dia inteiro.

     Pela manhã, demos a volta da ilha, com paradas em fazenda de baunilha (afinal, esta é a ilha da baunilha) e fazenda de pérolas negras (oba, presentes!!!). Aproveito o ensejo para contar que foi o lugar onde achamos pérolas negras com melhor preço dentre as 8 ilhas da Polinésia em que já estivemos.

     Gostei muito de aprender sobre o cultivo da rara pérola negra e entendi porque os precinhos são salgados (sem relação com a água do mar...hehehe), ainda que bem mais baratas que aqui no Brasil.

    George nos contou várias lendas da ilha e falou muito sobre o modo de vida dos polinésios. Foi uma grande reflexão para um viciada - quase dependente - em internet como eu. Mas, pensando bem, quem é que se importaria muito com isso tendo o paraíso a seus pés?!?

     Deixamos o 4X4 na pousada Hibiscus, onde tomamos uma Hinano, a cerveja local e dali mesmo partimos, agora de barco, para mais um festival dos tons de azul mais incríveis do planeta.
         
    


     Primeira parada: nadar com tubarões galha preta e arraias. Iupiiiiiie! Opa, peraí! Tubarões tudo bem, mas não consigo ficar à vontade com arraias, ainda que eu saiba que elas sejam quase domesticadas. Para resumir, esperei as bichanas se afastarem e fui vasculhar os corais e ver outros tantos peixinhos coloridos, ao lado dos tubarões, que ignoraram a nossa presença.



    
 Dali seguimos para um motu ma-ra-vi-lho-so! Quando saímos do barco, surprise: a mesa do almoço já estava preparada, com direito à lagosta e champagne, entre outros quitutes. Sensacional.

    









     Sem pressa, após o saboroso almoço e algum tempo na ilhota, partimos do motu e seguimos ao jardim de corais (o mais lindo da Polinésia) que fica ao lado do hotel Le Taha'a.

     Deixamos o barco ancorado, andamos pelo motu vizinho até o início dos corais (sempre de sapatilha de mergulho para não machucar os pés, mesmo fora da água porque tem gravetos e pedaços de corais, lascas de cocos, entre outros - menos o George - dai porque Pirelli) e entramos na água.

     Conforme a leve correnteza nos levava, íamos passando por uma infinidade de peixes, corais, tubarões e, em dois momentos, nosso guia, extremamente íntimo e interligado com a vida marinha, alimentou duas moreias enormes, que saíram da toca e encostaram nele, como se fossem velhos amigos. Surpreendente!

     Como estávamos do ladinho do hotel e nosso passeio chegava ao fim, nos despedimos do guia e fomos nadando até nosso bangalô, enquanto uma breve chuva caia, sucedida pelo arco-íris que você vê ai na foto.

       Foi um passeio adorável e que recomendo. 

     Gostei do fato de ter sido privado porque você é quem decide os horários e quanto quer ficar em cada parada. Fora isso, é igualzinho ao coletivo, mas suponho que um tantinho mais caro.



segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Para viajar antes de sair de casa

   Como ainda não havia transferido as fotos da máquina para o computador, usei fotos comerciais para ilustrar o relato sobre o The Brando.

   Enfim, agora, algumas das minhas...











quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Taha'a, a ilha da baunilha e do mais polinésio hotel do Tahiti, o Le Taha'a
























     Após duas noites no InterContinental Moorea, precedidas por outras duas no The Brando, partimos para a ilha da Taha'a, vizinha de Raiatea e ambas muito próximas a Bora Bora, por outras duas noites.


     Já havíamos passado por Taha'a em 2013, com o navio Paul Gauguin (que possui um motu, pequena ilha privada onde os navegantes podem passar o dia) e em 2010, em escala, a caminho de Bora Bora.


   Sempre tive curiosidade em conhecer o Le Taha'a. Muitos dos meus leitores estiveram na ilha e no hotel e escreveram contanto maravilhas (tem bastante informação nas postagens mais antigas do blog). Então eu, que ando sendo chamada de nativa, tinha que ir lá ver!


     O Le Taha'a tem suas peculiaridades. É um hotel relativamente pequeno. Ao todo são 45 bangalôs. A localização é estratégica: tem bangalôs sobre a água com vista para o pôr do sol, outros para ilha de Bora Bora, bem como alguns bangalôs na areia. Os proprietários são locais e é o único da Polinésia Francesa que faz parte da Relais e Chateaux.


     O acesso do aeroporto de Raiatea ao hotel leva, em média, 40 minutos de barco. Soube que tentaram construir um aeroporto na ilha mas, os locais se opuseram. Ainda bem. Raiatea é logo ali.


     Nosso bangalô tinha vista para a ilha de Bora Bora. Um espetáculo. Mas o que eu gostei, mesmo, foi o estilo, não só do bangalô, mas do hotel em geral, pois é fiel à cultura local. Os gigantes de Bora Bora construiram hoteis mais internacionais. Esse não! Além disso, 90% dos funcionários são polinésios, e vou contar a vocês que são tão receptivos e cordiais como nós, brasileiros.


     Há três restaurantes no Le Taha'a: um onde são servidos o café e o jantar, outro apenas para jantar (mais requintado) e outro, ao lado da piscina, para o almoço. Meu preferido é o primeiro, que parece uma casa na árvore. Comida regional e internacional, tudo sempre muito gostoso.


     Pertinho da piscina está localizado o jardim de corais mais lindo de toda a Polinésia Francesa. E os hóspedes podem ir até lá nadando ou caminhando. Corais coloridos incontáveis e uma infinidade de peixes, de variados tamanhos e cores, além de moréias e filhotes de tubarão galha preta. Tem que levar câmera subaquática!!!

     
   Todo esse cuidado para manter a tradição polinésia, o atendimento extremamente cordial, aliados ao lugar de águas mornas e cristalinas, me trouxeram encantamento.


     Nota 10 ao gerente geral, Julien, que costuma acompanhar os hóspedes, na chegada, até o bangalô e é extremamente simpático e prestativo. Quando contei sobre o blog, percebi o interesse em saber como é nossa visão sobre o Tahiti e soube, também, que ele já esteve por aqui e gostou muito.


     Também preciso falar da Kahina, uma jovem de Bordeaux que auxilia Julien, e que tirou umas horinhas para me mostrar todos os bangalôs do hotel (sempre quero ver!), o SPA e os cantinhos mimosos do Le Taha'a.


     Falando em pessoas, por acaso encontrei a Simone e o Leonardo por lá, casal muito gentil de SP que viajou com as minhas dicas. Foi bem legal! Meus vizinhos de bangalô, inclusive.


     Aos que viajam ao Tahiti via Chile (voo semanal), sugiro, como alternativa, uma noite (obrigatória) em Papeete, duas em Taha'a (em vez de Moorea) e quatro em Bora Bora.


     O Le Taha'a traduz bem a magia do Tahiti, além de estar em uma das mais belas ilhas do pacífico. Totalmente aprovado!!!


Ps.1: todas as fotos são minhas!

Ps.2: próxima postagem sobre o passeio privado em Taha'a, de jipe e barco, com direito a almoço em motu e mergulho com arraias, tubarões.











sábado, 6 de dezembro de 2014

Começando pelo extraordinário!



















    Essa foi a nossa quarta viagem ao Tahiti. Me considero privilegiada por ter a oportunidade de rodar o mundo, já que viajar é uma das coisas que mais me satisfazem e, mais ainda, por poder voltar aos meus lugares preferidos. Ah, o Tahiti!!!

    É unânime: não tem como não amar o Tahiti! E se eu tivesse que defini-lo em uma única palavra, seria `mágico`. 

    Fiquei sabendo da construção do The Brando há algum tempo e, desde então, ele povoava meus sonhos. Sabia que seria algo muito diferente e muito especial.

   Chegar no The Brando é sinônimo de perder o fôlego! Lá de cima, no pequeno avião de oito lugares que leva os hóspedes de Papeete a Tetiaroa, já dá para sentir o que espera lá embaixo.

    Devo contar a vocês que, antes de partir, os hóspedes aguardam em um lounge privado no aeroporto, com todos os mimos que um hotel 6 estrelas oferece.

    Essa sensação eu já conhecia! E pensei em muitas das minhas amigas do blog, que disseram a mesmíssima coisa: quando você chega, fica meio atordoado. Não sabe se começa a fotografar, ou se entra no mar, se cai na piscina do bangalô, se vai dar uma volta de bicicleta, tomar sol, se pede bebidas, se sai de canoa, enfim... Vai um tempinho até curar o tilt! É muita beleza para dois olhos, apenas.

    Nem preciso falar que o atendimento e o serviço são fantásticos. Quando você volta de um passeio, quando sai do mar ou da piscina, em meio segundo chega alguém para te servir espetinho de frutas, água e uma toalha úmida para o rosto e, claro, saber que drink quer experimentar. Detalhe, a melhor Piña Colada da minha vida foi feita no The Brando. 

    Porém, se estiver no seu bangalô, não vai aparecer ninguém, ao menos que você ligue e requisite atendimento. Nota dez em privacidade.

    Pois bem, o The Brando é um resort de luxo,  exclusivíssimo - o preço não é nada camarada - em um atol composto por uma dúzia de pequenas ilhas e ao redor de uma lagoa inacreditavelmente linda, isso a 30 quilômetros de Papeete, a capital do Tahiti.

    Aos que não sabem, Marlon Brando adquiriu esse atol há muitos anos e sonhava construir em ecoresort. Dito e feito! Bem, ele já passou para outro andar, mas Richard Bailey, um empresário visionário deu sequência ao sonho de Marlon. Assim, a energia solar é vastamente usada, bem como o óleo de coco, e o sistema de ar condicionado vem da água gelada do fundo mar (o InterContinental Thalasso possui essa tecnologia desde sua inauguração e Marlon Brando foi quem idealizou). Tecnologia sustentável. Impressionante!

    O The Brando é um hotel exclusivo, sem ser pretensioso. Finamente decorado, mas sempre mantendo a rusticidade de uma ilha perdida no meio do pacífico (será que é possível?). São 35 vilas à beira-mar (30 com um quarto, quatro com dois e uma com três - sendo 13 na Mermaid Bay e 22 Turttle Beach) que incluem uma sala de estar e uma sala de mídia, e apresentam uma pequena piscina e área de praia privada.

    Adorei o Bob's Bar (com dois andares e um pôr do sol de cair o queixo!), bem como o restaurante Les Moutines. Não só pela qualidade da comida, mas pelo ambiente e decoração.

    Tudo é incluído na diária. Refeições, bebidas (algumas são cobradas), room service 24 horas, passeios e tratamentos de SPA. Há heliporto, academia e quadra de tênis (com funcionários à disposição para jogar).

    Por falar em SPA, o Varua é espetacular. Além da vista para a lagoa do lírio - com muita Vitória Régia-  tem tratamentos holísticos inspirados pelas tradições polinésias aliadas às técnicas modernas. 

    Se eu acho caro? Sim. Em especial porque o euro está nas alturas e porque a estadia mínima é de três noites. Se acho que vale a pena? Certamente! É uma experiência memorável e inesquecível!

    Quer mais informações e conhecer esse lugar por menos? Me escreve! 

    Em breve mais fotos.

    

domingo, 30 de novembro de 2014

Muitas novidades...

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Estimados leitores, 

Acabo de chegar do Tahiti, depois de doze noites (maravilhosas) por lá.

Tive a oportunidade de conhecer o The Brando, em Tetiaroa, único 6 estrelas da Polinésia Francesa, o Le Taha'a, em Taha'a, único da rede Relais and Chateaux, bem como revisitar o InterContinental Moorea e o Thalasso, além do St. Regis e Four Seasons, estes três últimos em Bora Bora.

Repeti alguns passeios e fiz alguns diferentes.

Assim que ajeitar meu fuso (estamos 8 horas à frente do Tahiti) e colocar o trabalho em dia, vou iniciar o relato dessa viagem esplêndida e dividir com vocês minhas impressões mais recentes.

Beijos, 

Andressa

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quarta-feira, 1 de outubro de 2014

É por isso que vale a pena...

Ana, 

Muito obrigada pela delicadeza e carinho mas, mais ainda, por fazer tudo valer a pena!

Beijos, 

Andressa









Querida Andressa, 

Acabei de chegar de viagem e ainda não tive tempo de organizar as fotos e muito menos minha vida, mas passei por aqui para te agradecer muito, muito, mas muito mesmo por toda a ajuda, pelo teu tempo, paciência​ e educação. Sem você minha viagem custaria 20% mais caro e não teria sido tão especial.

Se no mundo tivesse mais gente assim, tudo seria diferente. 

Li algumas vezes nos vários relatos mais antigos pessoas te chamarem de anjo. Não tenho dúvida que você seja dessa legião, Andressa. Além de linda por fora (amo suas fotos no IG), que coração gigante e belo você tem!

Vou seguir teu exemplo e aderir a esta corrente do bem (vide relato da Fernanda). Sejamos nós as mantenedoras da corrente do bem, como disse você, acertadamente!

Ainda não tive a oportunidade de te conhecer pessoalmente mas já me sinto sua amiga. Gostaria muito de recebê-la um dia, aqui no Rio, e poder retribuir de alguma forma, toda a ajuda que me prestou.

Em breve mandarei detalhes dos meus dias no Tahiti e algumas fotos para ilustrar. 

Beijos, Deus te abençõe e conserve sempre essa bondade. Tenho certeza que a vida te dará tudo em triplo.

Ana