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If you wish to speak with me in English, just leave me a note! Sou advogada por profissão; viajante por hobby. Uma pesquisadora incansável na hora de me mandar para algum lugar, a fim de achar as melhores coisas pelo melhor preço possível. Gosto de moda, de artes, dos livros, de bijouteria à astronomia, de viajar, do conhecido e do desconhecido. Meu voto é sempre pela compaixão, pela generosidade e pela solidariedade!

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

A Camila, o marido e os dias ensolarados de novembro de 2014 no Tahiti


Camila, 

Foi por poucos dias que não nos encontramos em Bora Bora.

Muita gente me pergunta sobre o tempo em novembro, já que a fama é que a chuva começa fim de outubro e termina em março. Bem, há controvérsias. Peguei MUITO sol entre 12 e 26 de novembro e vejo que você também. Vai de sorte!

Adorei seu relato. Ótimo poder ter ajudado um pouquinho na viagem de vocês.

Sobre o problema com o passeio, você foi a primeira pessoa que me contou algo do tipo, mas eu já falei com o Herald e acredito (espero!) que não volte a acontecer. Que bom que todo o resto foi perfeito!

Um beijo para você e muitas felicidades.

Andressa



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(fotos da Camila)



Casamos dia 01/11/2014 (sábado), e viajamos para o Santiago dia 04/11/2014 (terça).

Ficamos no Hotel Radisson em Las Condes, o qual é muito bem localizado, e tem uma estrutura ótima.

Passeamos bastante pela cidade, na medida do possível, tendo em vista que o cansaço da correria do casamento acabava batendo.

Apesar de termos adorado Santiago, queríamos logo sair de lá e partir para o segundo destino.

Em 10/11/2014, partimos para Papeete. 

Graças ao seu auxílio, estávamos seguros quanto a chegar em, PPT e recebermos a atenção necessária por parte da agência de turismo. E acabou dando tudo certo.

O vôo é bem cansativo. Fizemos uma parada na Ilha de Páscoa, e após cerca de 01 hora, embarcamos para PPT. Chegamos exaustos, já era meia noite ou mais. Fomos recepcionados por uma brasileira, e presenteados com o cordão com as flores cheirosas e com água. Ela nos entregou todos os vouchers e demais documentos necessários para aproveitarmos nossa estada. Como ela falava português, foi ótimo para tiramos todas as nossas dúvidas.

Ela estava esperando mais 03 casais antes de levar a gente para o Intercontinental. Por esse motivo, acabei me chateando, pois os outros casais ficaram mais de 01 hora no duty free e, quando apareceram, tiveram um problema com alguma passagem ou coisa do tipo. Assim sendo, ficamos muito tempo esperando, pois a recepcionista ainda teve que resolver o problema surgido. Fiquei aborrecida pelo fato de que meu vôo para Bora Bora partiria bem cedo (acho que as sete da manha), e não iríamos dormir nada.

No final das contas, após muito reclamar, fomos levados para o hotel depois das duas da manhã. O hotel era maravilhoso. Fomos muito bem atendidos e, apesar do pequeno problema, acabamos ficando mais relaxados. Ganhamos um drink e mais alguns agrados (acho que em razão de possuirmos o Cartão Ambassador), e fomos levados para o quarto, o qual era muito aconchegante, limpinho...tudo o que queríamos.

A varanda era de frente para o mar (aparentemente), mas como estava de noite, não dava pra ver muita coisa.

Tomamos um bom banho e fomos dormir, por apenas 04 horas, mas deu para descansar um pouco. Logo de manhã, acordei e abri a janela, ansiosa pela vista. Foi surpreendente. A vista era maravilhosa. A piscina do hotel era linda, grande, com muita natureza em volta. Meu marido também adorou.

Uma pena que não podemos curtir um pouco  a área de lazer do hotel. 

Logo pela manhã, tomamos o café da manhã e o translado nos levou para o aeroporto. Ficamos entre os primeiros da fila e, assim, conseguimos sentar do lado esquerdo da aeronave.

A vista foi ficando cada vez mais linda....quando estávamos nos aproximando, pudemos ver as diversas tonalidades de verde/azul da água, o que nos deixava atônicos, loucos para aterrizar. Era possível ver os resorts lá de cima....um sonho!!

Finalmente aterrizamos. O vôo foi supertranquilo e o dia estava lindo. Nenhuma turbulência, para minha alegria.

No aeroporto de Bora Bora, fomos recepcionados por simpáticas pessoas, que nos deram o cordãozinho e levaram nossas bagagem para a lancha (acho que era uma lancha). Éramos os únicos daquele vôo que iriam para o Thalasso. Super empolgados e curiosos, seguimos mar a dentro, registrando tudo, emocionados e felizes.

Aos poucos, passamos por alguns resorts, na expectativa de chegar logo no nosso. Um verdadeiro paraíso. Muito sol, tudo perfeito!

Chegamos no Thalasso, e fomos igualmente bem recepcionados. Um nativo com uma concha, anunciava a nossa chegada. Tudo lindo!!!! 

Um funcionário nos levou em um carrinho para fazermos um tour pelo hotel....que maravilha. Explicou tudo pra gente, e nós já queríamos colocar a roupa de banho

Fizemos o check in, obtivemos o upgrade na acomodação, e ficaríamos no Diamond. Como ainda era muito cedo, e os quartos ainda não estavam limpos, o funcionário nos levou para uma salinha com banheiro, super limpinho e agradável, onde trocamos de roupa e deixamos a bagagem preparada para ser levado ao bangalô, assim que estivesse pronto.

Ele nos encontraria no resort e informaria quanto à liberação do bangalô.

Enquanto isso, fomos direto para a praia e para a piscina. Já estávamos nos divertindo demais, a ponto de esquecer toda a ansiedade em conhecer o bangalô.

Aproveitamos bastante e nem sei quanto tempo se passou, até que o mesmo funcionário nos chamasse na piscina para nos levar ao bangalô. Ótima surpresa!

No carrinho, fomos levamos ao nosso bangalô. Ele mostrou tudo pra gente e se despediu. Quase chorei de tanta emoção!!!! Que coisa linda!!!! Tudo perfeito, limpo, novo....inacreditável!!!! A cama de frente pro mar, a banheira....uma sala enorme, com a mesa transparente. A varanda com total privacidade e voltada para o Monte Otemanu, do jeito que eu queria.

Daí então, só nos restou aproveitar. E foi que que fizemos.

Todos os dias fizeram muito sol, dias lindos!!!! Nem um pingo de chuva.

Haja protetor solar. Ví muitas pessoas com a pele queimada, machucada. Assustador. Não tinha protetor solar que desse jeito e protegesse totalmente, pois o sol era absurdamente forte. Visível o quanto as pessoas não cuidavam da pele. Com a gente não teve problema. Passávamos protetor solar a cada 02 horas, e voltamos com um bronzeado maravilhoso.

Amamos o resort. Funcionários muito atenciosos, estrutura excelente. A piscina era maravilhosa....eu nem queria sair dela.

Bebi uns drinks perfeitos na piscina. Como tudo era muito caro, eu aproveitava um determinado horário (acho que de 17:00 às 18:00) para pedir a dose dupla. E eles deixavam eu pegar 02 drinks diferentes pelo preço de 01. Muito legal!!!

Adoramos as preparações ao vivo de comidinhas na piscina. Um dia era salada de fruta, no outro, no outro ceviche de atum (que é o meu peixe preferido). Muito legal. E os hóspedes podiam interagir com os funcionários.

Imperdível quando eles alimentavam as arraias às 14:00 horas todos os dias. Antes das 13:00 horas, elas já estavam lá. Interagimos com elas, e ficamos apaixonados. Era muito legal....os peixes maiores ficavam nos rondando, à espera de uma sobrinha, e os passarinhos pegavam um pedacinho de peixe quando deixávamos a mão levantada para chamá-los. Demais!!!!

Ainda bem que você nos aconselhou a fechar o pacote com meia pensão. O café da manhã e o jantar era caríssimos. Muitos casais que conhecemos lá acabavam nem jantando por causa do valor.

O café da manhã era uma maravilha. Quase um almoço. Muito farto e tinha de tudo. Eu praticamente almoçava. Nunca pensei que eu ia comer sashimi de atum ou ceviche do café da manhã. Mas era tão bom, que eu já acordava pensando no peixe cru que estava á minha espera.

Tenho intolerância (não celíaca) ao glúten. E muito me impressionou o quanto os funcionários eram preparados para atender pessoas com esse problema.

Sempre tinha pão sem glúten no café da manhã.

No almoço, quanto eu pedi um sanduíche de atum, eles trouxeram como pão sem glúten, e estava muito gostoso.

Pude comer de tudo sem me preocupar em passar mal por causa do meu problema. 

O restaurante da piscina era ótimo. Comemos uma salada com camarões que foi inesquecível. Muito bom!!

No jantar, sempre pedíamos entradas, pratos principais e sobremesas diferentes, para experimentar de tudo. Todos os pratos estavam muito gostosos.

Chegamos a jantar com buffet livre em 02 noites e estava um espetáculo de bom. 

Inclusive, os funcionários adequaram os pratos que eu queria, tendo em vista o meu problema. Eles retiravam tudo o que tinha glúten, e substituíam por outras coisa, demonstrando sempre muita boa vontade.

Fizemos 03 passeios: a) jet sky, b) tubarões e arraias e c) parasail.

Os passeios saiam do hotel Le Moana, razão pela qual nos deslocamos para lá e acabamos conhecendo o hotel. Não tenho dúvidas que fizemos uma ótima escolha ficando todos os dias no Thalasso. Não tem como comparar. Na verdade, não gostamos do Le Moana. Lá venta muito, a água não é tão bonita, e tem um cheiro estranho (tipo de sujeira de passarinho). O hotel é limpo, só o cheiro que não me agradou.

Enfim...na primeira vez que fomos ao Le Moana, estávamos com agendamento para o parasail e o jet sky. No entanto, após terem nos informado onde deveríamos esperar, e após terem se passado mais de 40 minutos, decidi perguntar o que estava acontecendo. Fomos informados que nenhum dos passeios estava agendado, e que deveríamos ter confirmado o horários que constava no voucher antes de irmos pra lá. No entanto, em momento nenhum fomos informados quanto à necessidade de confirmação. Nem mesmo a recepcionista brasileira no aeroporto de PPT informou-nos quanto à essa necessidade. Liguei de lá para o Harold e informei o ocorrido. No entanto, só foi possível fazer o parasail, pois o jet sky não tinha mais vaga.

Resultado: tivemos que ficar mais de 03 horas esperando no Le Moana, e teríamos que voltar um outro dia para fazer o passeio do jet sky. Ficamos na piscina do Le Moana, esperando. É claro que eu só pensava no tempo que eu estava deixando de aproveitar no Thalasso para estar alí. Mas, tentei não me estressar, afinal, eu estava em Bora Bora.

Fizemos o passeio do parasail e amamos. Muito emocionante e a vista é maravilhosa. Momentos únicos e inesquecíveis!! Fizemos amizade com um casal de asiáticos que estavam na mesma lancha, e eles tiraram várias fotos nossas. E nós tiramos deles também. Muito legal.

Tivemos que voltar ao Le Moana mais 02 vezes para fazer os outros passeios. O jet sky foi legal, mas como fiquei com medo de ser arremessada pra longe, acabei não aproveitando muito. Travei....rs. Quando fazíamos as paradas era ótimo!!

O passeio dos tubarões e das arraias foi com certeza o melhor. Amamos. O dia inteiro de passeio, parando em lugares belíssimos. O almoço rústico foi bem legal. E os tubarões eram sensacionais. Apesar do receio, mergulhamos com eles e foi mágico. As arraias também eram espetaculares. Show!!! Tinha um rapaz que ficava tocando e cantando músicas locais no barco, tornando o trajeto ainda mais agradável.

Enfim....apesar do email ser grande, coloquei tudo resumido. São muito momentos maravilhosos e se eu fosse escrever tudo ficaria dias aqui...hehehe.

Voltei aos prantos....queria ficar mais. Aproveitamos intensamento cada momento, e só tenho que te agradecer por tudo.

O retorno foi super tranquilo. Dormimos mais uma noite em Santiago na volta.

E já estamos de volta à realidade. 

Fizemos a mudança para o apartamento novo (pois não conseguimos fazer antes). Corremos muito e agora voltamos à nossa rotina, certos de que somos privilegiados por termos desfrutado de um início de vida a dois mágico.

Obrigada, obrigada e obrigada.

Que Deus te abençoe.

Beijos.

Camila. 


segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

O trilema de Bora Bora: Four Seasons, InterContinental Thalasso ou St. Regis?

     

     Dos e-mails que recebo de pessoas querendo dicas sobre o Tahiti, a maioria absoluta quer saber qual desses hotéis é melhor de Bora Bora. E sempre percebo uma ``quedinha`` pelo St. Regis.

     Cotados como os três melhores da alucinante Bora Bora, tive a oportunidade, nessa última viagem, de ficar duas noites no Thalasso, onde eu já havia me hospedado outras vezes e outras duas no St. Regis, além de ter feito uma visita ao Four Seasons.

     Four Seasons: é muito bonito, verde, grande (mas não enorme), bem conservado, tem um SPA espetacular. A vista é linda. O bangalô é legal e mantém um tanto da tradição polinésia. Tem um ecompartimento do lado de fora onde ficam os pés de pato e máscaras de mergulho (o que achei bem legal) mas, perde para o do Thalasso na decoração. A villa presidencial é ma-ra-vi-lho-sa e comporta 3 casais, com praia privada e alguns mimos. O barco que transporta os hóspedes do aeroporto ao hotel é uma graça. Como não fiz refeições por lá, não posso emitir opinião. A diária é cara, empatando com a do St. Regis. Não entendi por qual motivo esse dois são mais caros que o Thalasso, que não perde em nada, aliás, ganha em muitos quesitos. Bicicletas não são permitidas. Tem muita criança para o meu gosto. 

     St. Regis: é bonito, tem um excelente atendimento, SPA da Clarins, uma piscina exclusiva para adultos, mas é muito grande. Me perdi duas vezes. Não estou brincando, não, e olha que tenho um senso de localização invejável. Os restaurantes são distantes. As bicicletas são enferrujadas e, se quiser ir de carrinho, às vezes tem que esperar um tanto, embora o serviço esteja sempre disponível. O bangalô é enorme, mas perde para os do Four Seasons e Thalasso. Achei também que um fica muito próximo ao outro, o que tira um pouco a privacidade. A comida é muito boa. Mas o que me intrigou nesse hotel foi a sensação de não estar em Bora Bora. Me parece que se removessem o St. Regis dali e colocassem em outra praia, teria o mesmo efeito. Acho que só vi o Monte Otemanu quando sai e entrei no barco, na chegada e na partida. De novo, não entendo a razão de as tarifas serem mais altas que as do Thalasso.

     InterContinental Thalasso: sim, o meu queridinho e preferido!!! O melhor bangalô dos três, sempre com vista para o Monte Otemanu. Basta manter os olhos abertos para saber que você está em Bora Bora. A vista da piscina é deslumbrante. Comida deliciosa, em todas as refeições. O restaurante Le Corail foi inaugurado ano passado e é magnífico, seja pelo que é servido, pelo atendimento ou pela vista para a capela iluminada, conforme ilustra a foto supra. Tem os benefícios do cartão Ambassador. Transporte para o InterContinental Le Moana, hotel irmão que fica na ilha principal, onde se pode passar o dia e fazer as refeições, sem custo adicional. Também não tem bicicletas. O SPA é lindo e o serviço nota dez. E custa um pouco menos que os dois acima. Sorte a nossa!!!

     Termino com uma foto tirada de cima do parasail, pois será o próximo texto do blog.




segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Um passeio surpresa em Taha'a



     Tínhamos um passeio marcado na ilha de Taha'a, mas não sabíamos muito bem como seria.

     Eu sempre gosto de saber de tudo, mas confiei na surpresa que o Herald, agente que indico e meu mentor no Tahiti, havia preparado.

     Às 9 da manhã pegamos o barco do hotel Le Taha'a e fomos até o pier central. Ao descer, havia um carro 4X4 à nossa espera. George, um tahitiano muito gentil (que foi apelidado de Pirelli e depois você vai saber o motivo), nos recebeu e contou que seríamos os únicos nesse passeio, que duraria praticamente o dia inteiro.

     Pela manhã, demos a volta da ilha, com paradas em fazenda de baunilha (afinal, esta é a ilha da baunilha) e fazenda de pérolas negras (oba, presentes!!!). Aproveito o ensejo para contar que foi o lugar onde achamos pérolas negras com melhor preço dentre as 8 ilhas da Polinésia em que já estivemos.

     Gostei muito de aprender sobre o cultivo da rara pérola negra e entendi porque os precinhos são salgados (sem relação com a água do mar...hehehe), ainda que bem mais baratas que aqui no Brasil.

    George nos contou várias lendas da ilha e falou muito sobre o modo de vida dos polinésios. Foi uma grande reflexão para um viciada - quase dependente - em internet como eu. Mas, pensando bem, quem é que se importaria muito com isso tendo o paraíso a seus pés?!?

     Deixamos o 4X4 na pousada Hibiscus, onde tomamos uma Hinano, a cerveja local e dali mesmo partimos, agora de barco, para mais um festival dos tons de azul mais incríveis do planeta.
         
    


     Primeira parada: nadar com tubarões galha preta e arraias. Iupiiiiiie! Opa, peraí! Tubarões tudo bem, mas não consigo ficar à vontade com arraias, ainda que eu saiba que elas sejam quase domesticadas. Para resumir, esperei as bichanas se afastarem e fui vasculhar os corais e ver outros tantos peixinhos coloridos, ao lado dos tubarões, que ignoraram a nossa presença.



    
 Dali seguimos para um motu ma-ra-vi-lho-so! Quando saímos do barco, surprise: a mesa do almoço já estava preparada, com direito à lagosta e champagne, entre outros quitutes. Sensacional.

    









     Sem pressa, após o saboroso almoço e algum tempo na ilhota, partimos do motu e seguimos ao jardim de corais (o mais lindo da Polinésia) que fica ao lado do hotel Le Taha'a.

     Deixamos o barco ancorado, andamos pelo motu vizinho até o início dos corais (sempre de sapatilha de mergulho para não machucar os pés, mesmo fora da água porque tem gravetos e pedaços de corais, lascas de cocos, entre outros - menos o George - dai porque Pirelli) e entramos na água.

     Conforme a leve correnteza nos levava, íamos passando por uma infinidade de peixes, corais, tubarões e, em dois momentos, nosso guia, extremamente íntimo e interligado com a vida marinha, alimentou duas moreias enormes, que saíram da toca e encostaram nele, como se fossem velhos amigos. Surpreendente!

     Como estávamos do ladinho do hotel e nosso passeio chegava ao fim, nos despedimos do guia e fomos nadando até nosso bangalô, enquanto uma breve chuva caia, sucedida pelo arco-íris que você vê ai na foto.

       Foi um passeio adorável e que recomendo. 

     Gostei do fato de ter sido privado porque você é quem decide os horários e quanto quer ficar em cada parada. Fora isso, é igualzinho ao coletivo, mas suponho que um tantinho mais caro.



segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Para viajar antes de sair de casa

   Como ainda não havia transferido as fotos da máquina para o computador, usei fotos comerciais para ilustrar o relato sobre o The Brando.

   Enfim, agora, algumas das minhas...











quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Taha'a, a ilha da baunilha e do mais polinésio hotel do Tahiti, o Le Taha'a
























     Após duas noites no InterContinental Moorea, precedidas por outras duas no The Brando, partimos para a ilha da Taha'a, vizinha de Raiatea e ambas muito próximas a Bora Bora, por outras duas noites.


     Já havíamos passado por Taha'a em 2013, com o navio Paul Gauguin (que possui um motu, pequena ilha privada onde os navegantes podem passar o dia) e em 2010, em escala, a caminho de Bora Bora.


   Sempre tive curiosidade em conhecer o Le Taha'a. Muitos dos meus leitores estiveram na ilha e no hotel e escreveram contanto maravilhas (tem bastante informação nas postagens mais antigas do blog). Então eu, que ando sendo chamada de nativa, tinha que ir lá ver!


     O Le Taha'a tem suas peculiaridades. É um hotel relativamente pequeno. Ao todo são 45 bangalôs. A localização é estratégica: tem bangalôs sobre a água com vista para o pôr do sol, outros para ilha de Bora Bora, bem como alguns bangalôs na areia. Os proprietários são locais e é o único da Polinésia Francesa que faz parte da Relais e Chateaux.


     O acesso do aeroporto de Raiatea ao hotel leva, em média, 40 minutos de barco. Soube que tentaram construir um aeroporto na ilha mas, os locais se opuseram. Ainda bem. Raiatea é logo ali.


     Nosso bangalô tinha vista para a ilha de Bora Bora. Um espetáculo. Mas o que eu gostei, mesmo, foi o estilo, não só do bangalô, mas do hotel em geral, pois é fiel à cultura local. Os gigantes de Bora Bora construiram hoteis mais internacionais. Esse não! Além disso, 90% dos funcionários são polinésios, e vou contar a vocês que são tão receptivos e cordiais como nós, brasileiros.


     Há três restaurantes no Le Taha'a: um onde são servidos o café e o jantar, outro apenas para jantar (mais requintado) e outro, ao lado da piscina, para o almoço. Meu preferido é o primeiro, que parece uma casa na árvore. Comida regional e internacional, tudo sempre muito gostoso.


     Pertinho da piscina está localizado o jardim de corais mais lindo de toda a Polinésia Francesa. E os hóspedes podem ir até lá nadando ou caminhando. Corais coloridos incontáveis e uma infinidade de peixes, de variados tamanhos e cores, além de moréias e filhotes de tubarão galha preta. Tem que levar câmera subaquática!!!

     
   Todo esse cuidado para manter a tradição polinésia, o atendimento extremamente cordial, aliados ao lugar de águas mornas e cristalinas, me trouxeram encantamento.


     Nota 10 ao gerente geral, Julien, que costuma acompanhar os hóspedes, na chegada, até o bangalô e é extremamente simpático e prestativo. Quando contei sobre o blog, percebi o interesse em saber como é nossa visão sobre o Tahiti e soube, também, que ele já esteve por aqui e gostou muito.


     Também preciso falar da Kahina, uma jovem de Bordeaux que auxilia Julien, e que tirou umas horinhas para me mostrar todos os bangalôs do hotel (sempre quero ver!), o SPA e os cantinhos mimosos do Le Taha'a.


     Falando em pessoas, por acaso encontrei a Simone e o Leonardo por lá, casal muito gentil de SP que viajou com as minhas dicas. Foi bem legal! Meus vizinhos de bangalô, inclusive.


     Aos que viajam ao Tahiti via Chile (voo semanal), sugiro, como alternativa, uma noite (obrigatória) em Papeete, duas em Taha'a (em vez de Moorea) e quatro em Bora Bora.


     O Le Taha'a traduz bem a magia do Tahiti, além de estar em uma das mais belas ilhas do pacífico. Totalmente aprovado!!!


Ps.1: todas as fotos são minhas!

Ps.2: próxima postagem sobre o passeio privado em Taha'a, de jipe e barco, com direito a almoço em motu e mergulho com arraias, tubarões.