AMIGOS DO BLOG

Visitantes

segunda-feira, 13 de maio de 2013

RANGIROA, UM PARAÍSO PERDIDO - ILHAS TUAMOTU



    Voltar ao Tahiti estava nos meus planos. Sim, desde o minuto que parti de lá, em 2010. Quem já foi sabe bem a que me refiro. Quem respira o ar do Tahiti fica enfeitiçado.

   Dessa vez, tínhamos uma semana na Polinésia. Escolhemos Rangiroa e, após, Bora Bora, a menina dos meus olhos. Até então.



   Rangiroa, em Tahitiano, significa céu imenso. Possui 280 km em circunferência, 77 de comprimento e 26 de largura. É o maior atol da Polinésia Francesa e o segundo maior do mundo. Segundo Jacques Cousteau, o melhor lugar de mergulho que existe. Essa foi a Rangiroa que conhecemos, ilha que me cativou no momento em que a avistei do avião.

   Quem vai à Rangiroa deve sentar no lado direito do turbo hélice, pois a vista para a Lagoa Azul é um presente aos olhos. Mas, antes de pousar em Rangiroa, fizemos um pit stop em Tikehau, ilha ao lado e que, de cima, me pareceu similar à vizinha Rangiroa.




   A van do Kia Ora, hotel que escolhemos, estava nos esperando no ensolarado dia de abril e nos levou até ele, em cinco minutos. As frases olha isso, olha a cor desse mar e meu Deus do céu foram inesgotavelmente repetidas no trajeto, por mim e pelo Flávio.

   O Kia Ora é um hotel lindo em uma ilha pouco desbravada. Possui alguns bangalôs sobre a água, vários em frente ao mar, outros com jacuzzi, ou de dois andares e, as famosas villas, onde ficamos, que apelidei de mini casa do Big Brother (sou avessa ao programa mas não tive como fugir da comparação): um bangalô murado de pedras, com piscina privativa, banheira ao livre, jardim, mesa com cadeiras e espreguiçadeiras e um vidro enorme para você poder observar isso tudo do lado de dentro. Como bom cozinheiro que meu marido é, disse que só faltou a churrasqueira...hehe.





   Há muito peixe em Rangiroa. Fizemos alguns mergulhos com snorkel na praia do hotel e foi impressionante o número deles que vimos. E as cores? E os corais? E o interesse deles pelos mergulhadores? Esse universo submarino é impressionante!

   Escolhi a última semana de abril a dedo para estar no Tahiti pois era época de lua cheia. E que lua! Fomos agraciados com o sol durante o dia e com a lua, em seu esplendor, pela noite.

   No segundo dia, optamos por ir até a Lagoa Azul. Uma hora de barco, o mar é batido (a Marcela já tinha contado isso), mas vale qualquer empenho. O lugar é lindo, selvagem, uma ilhota com muitos coqueiros e uma cabana (onde almoçamos) rodeada pela água mais transparente que você pode imaginar, peixes, tubarões, arraias, corais, uma maravilha!




   Nesse dia caiu uma tempestade. Quem tem medo teria se apavorado pois, imagine-se em uma ilhota, com chuva que Deus manda, muito, mas muito vento (tremia a cabaninha)! Já tinhamos mergulhado bastante, almoçado e chegava a hora de partir. E, como a minha fase Maga Patalógica foi-se embora, algum tempo depois o astro rei apareceu novamente.

   Na volta do passeio, há uma parada para nadar com tubarões e, depois de vários minutos de mais mar batido, tem a parada no Avorotu pass (menor que o Tiputa, mas falarei dele depois). Achei legal descer do barco e ser levada pela suave correnteza. É bem fundo, tem que ter intimidade com o snorkel e não temer a água. Fui a única mulher a sair do barco nessa hora e me senti superpoderosa! 

   Ainda nesse dia, já de volta ao hotel, perto das 17h, fomos andando até o Tiputa pass, um estreito que liga a lagoa ao mar e que, neste horário, está repleto de golfinhos brincando.



   A caminhada é linda. À nossa esquerda o mar e, do outro lado, muitos coqueiros. Diversas pessoas, entre turistas e locais, são expectadores dos golfinhos ao cair da tarde. Enquanto isso, o sol ia embora e a lua chegava. Sabe a visão do paraíso? Então!

   Infelizmente não tivemos tempo para o mergulho de cilindro no Tiputa. Assim, já temos motivo para voltar. Como se precisássemos de desculpas para tanto.

   A Verônica, assistente do gerente do hotel, é uma mexicana muito simpática, que não poupa esforços para ajudar. E gosta que falemos em Português com ela, a fim de que pratique o idioma. Logo na chegada fomos por ela recebidos e, depois, fomos transportados pelo hotel com o carrinho da Ilha da Fantasia. Quem lembra?

   Eu adorei Rangiroa! O visual é inexplicável, coisa que foto alguma consegue reproduzir.

   Sei que muitos me perguntarão: mas entre Rangi e Moorea, a qual devo ir? Já lhes antecipo a resposta: Rangiroa é diferente de Moorea, mas, se eu tivesse que escolher, ficaria com a primeira. Contudo, para quem vai em uma primeira viagem e dispõe de apenas uma semana, perder quase um dia voando entre as ilhas não é muito satisfatório e inteligente (não há voos entre Rangi e Bora Bora sem escala em Papeete, e isso demora um tantinho, mais o tempo de voo, foi-se uma tarde!). Assim, fique com Moorea por duas noites, que também é linda, verde, com cores incríveis, e deixe Rangi para uma outra viagem.

   Acredite, você vai querer voltar.



   Um beijo a todos e obrigada pelo incentivo, pelos votos de boa viagem, de dias ensolarados e todo o resto que me desejaram. Funcionou! Foram dias sensacionais. Até breve com Bora Bora.

   Andressa


domingo, 28 de abril de 2013

Estou no paraiso e logo volto

Queridos,

Estou no Tahiti e volto dia 5 de maio para casa.

Responderei todos os emails tão logo eu retorne.

Ah, o paraiso continua lindo!

Beijos,

Andressa


segunda-feira, 8 de abril de 2013

Mais um relato sobre o paraíso, em março de 2013


Oi Mara, 

Que bom que curtiu as ilhas. São lindas, não é?
Eu não fui a Raiatea. Um dia, quem sabe?! Deve ser outro pedacinho do céu.
Obrigada pelo relato e pela foto. De tirar o fôlego. Também acho um absurdo a cobrança pela internet, ainda mais em hotéis desse porte. Vou reclamar com eles assim que chegar lá!

Beijos e tudo de melhor que a vida pode oferecer!
Andressa



Imagem inline 1


Olá Andressa,
 
Tudo bem? Desculpe a demora em comentar a minha viagem. Em poucas palavras: foi perfeita! 

Começamos por Bora Bora e ficamos no Intercontinental Thalasso: excelentes acomodações, visual lindo, serviço de primeira. Inicialmente, tínhamos a intenção de ficarmos lá por somente 2 noites mas estendemos para as 4 noites previstas em Bora Bora. Único ponto negativo: a instabilidade da Internet e a cobrança pelo uso...nos dias de hoje, encontramos inúmeros hotéis em que esse serviço é grátis...

Na sequência, fomo a Raiatea. Ficamos hospedados no Raiatea Lodge Hotel onde fomos muito bem tratados: a Nadia, que joga nas 11 posições, foi super simpática conosco. Pena que só ficamos duas noites lá, ficaria ao menos mais um dia lá.

De lá, fomos a Moorea e ficamos hospedados no Intercontinental por mais 4 noites. Muito bom.  

Gostamos muito de Moorea, alugamos um carro e fizemos um tour pela ilha: recomendo.

De lá, voltamos a Papeete onde passamos a nossa última noite no Tahiti.
 
Deixo, em anexo, uma bela foto de Raiatea.

As dicas, em relação à Agência de Viagens, funcionaram muito bem: o agente foi muito prestativo.
 
Vc já está viajando?
 
Bjs e aproveite muito!!
 
Mara. 

quinta-feira, 28 de março de 2013

Rita e Maurício em setembro de 2012

casamento tahiti setembro 2012 008.jpg

Rita e Maurício, 

Tenho a satisfação de contar aqui no blog que, em outubro de 2012, quando o meu marido Flávio e eu estivemos em São Paulo, vocês nos convidaram para um jantar sensacional a fim de que pudéssemos nos conhecer pessoalmente, pois já havíamos falado por telefone algumas vezes.

Vocês são pessoas muito queridas, muito simpáticos, alegres, viajados, do bem!

Estou super contente que em abril vamos nos encontrar de novo, já que estamos a caminho do paraíso pela segunda vez e faremos um pit stop em São Paulo.

Como eu disse à Vanessa Thiesen, que também se tornou minha amiga em razão do blog, o que de melhor o tahitiehaqui me traz são os novos amigos. Isso me um bem sem tamanho!

Beijos e até muito em breve,

Andressa


Caros amigos leitores do blog “Tahiti é aqui”


Estamos escrevendo para relatar nossa incrível viagem ao Tahiti em setembro de 2012.

Eu e minha esposa Rita decidimos fazer esta viagem e encontramos muita dificuldade em obtermos informações em relação a onde ficar, os melhores hotéis e etc..., até que que conhecemos este Blog e sem as dicas da Andressa jamais faríamos uma viagem destas.

Nos empolgamos e decidimos casar lá o que foi uma experiência maravilhosa e inesquecível. Fizemos um pacote com a agência indicada e sinceramente cumpriram tudo o que foi acordado previamente.

Embarcamos para o Chile pela Tam e em Santiago trocamos de avião para LAN, o que eu não recomendo porque você é obrigado a fazer a imigração . Portanto o melhor é sair do Brasil pela LAN.

Chegamos em Papete a noite e ficamos em um hotel da rede Intercontinental, e aí a dica da Andressa foi excepcional, porque fizemos o cartão Ambassador que dá direito a um upgrade do quarto; No dia seguinte fomos para Moorea de avião e também ficamos no Intercontinental (com direito a café e jantar). 

Aconselho a todos a já acertarem os passeios aqui no Brasil, pois conhecemos casais que deixaram para faze-lo lá e o preço é bem mais caro. Fizemos um pick-nick em uma ilha maravilhosa e almoçamos comida típica Tahitiana . Diga-se de passagem todas pessoas locais são muito cordiais e prestativas. Para quem fala francês e inglês melhor ainda. 

Após dois dias em Moorea fomos para Bora-Bora e de cara no  avião pudemos perceber a beleza do local e cor do mar-um azul excepcional. Ficamos hospedados  no Thalasso em um bangalô maravilhoso (vista maravilhosa com um deck no qual você pode entrar no mar diretamente). Para quem gosta de mar lembrem-se de comprar sapatilhas pois tem muito ouriço do mar. 

Aconselho dois passeios Jet ski e nadar com arraias e tubarões . Confesso que ficamos meio receosos mas os guias são experientes e orientam como se portar na água, muito legal.

Para os casais que desejam casar lá, a cerimonia é maravilhosa com presença de padre e grupo que canta músicas típicas , emoção pura. 

A noiva sai do seu bangalô de barquinho e o noivo vai de carrinho. A capela é maravilhosa com piso de vidro, o que permite você ver peixes passando no seu pé. Optamos por contratar filmagem e fotos o que bastante interessante. A atmosfera local para casamento é ideal. Também ajuda se o tempo estiver legal. Tivemos muita sorte com o tempo, pois acho que choveu umas duas vezes, chuva de verão ...

Além disso a organização local do casamento é impecável, com direito depois a champanhe e bolo.

Foi uma viagem inesquecível e agradecemos muito a Andressa para que ela se realizasse.

Abraços a todos

Mauricio e Rita



segunda-feira, 25 de março de 2013

Março de 2013 - Marcela e André na Polinésia Francesa

Marcela, 

Fico bem feliz em saber que saiu tudo (quase) perfeito e que o incidente com o pé não foi nada mais grave.

O Tahiti é o paraíso na terra, não dá vontade de ir embora.

Lendo seu relato, lembrei do primeiro e-mail que recebi de você, pedindo dicas e que, se eu não pudesse ajudar, que ao menos respondesse. Eu já tinha passado por isso! Mandado vários e-mails para agências e muitas delas sequer me deram retorno. As que deram, tinham preços estratosféricos! Uma falta de consideração com o cliente. 

Ainda bem que hoje em dia podemos contar com os blogs de viagens. Eu já me socorri em vários.

Espero que consiga voltar em breve ao Tahiti.

Muitas felicidades ao casal nessa nova caminhada.

Obrigada pelas fotos!

Beijos, 
Andressa


Exiba hotel thalasso - bora bora.jpeg na apresentação de slidesExiba hotel kia ora - rangiroa.jpeg na apresentação de slides
(fotos da Marcela)


Olá, Andressa!

            Primeiramente, gostaria de agradecer as valiosas dicas que você me deu, pois só assim consegui fechar tudo bem rapidinho!
            Inicialmente, procurei as grandes e famosas agências de viagem aqui do Rio de Janeiro para pegar uma cotação, no entanto, para minha surpresa muitas não responderam e outras me enviaram propostas incompletas, pois ora não conseguiam reservar vôos e ora não conseguiam reservar hotéis! Independente disto, mesmo a cotação incompleta estava saindo mais cara que a cotação completa da agência que você me indicou!  Os vôos eu comprei pelo site que você também me indicou!
            Bem, o planejamento da nossa viagem era 4 noites em Bora Bora e 2 noites em Rangiroa!  Para isso, precisamos dormir na ida 1 dia em Guarulhos e 1 dia em Papeete e na volta 1 dia em Santiago!
            Todos os vôos saíram na hora marcada!  Na ida, já que tivemos que ficar seis longas horas no aeroporto de Santiago, compramos numa lojinha biscoitos, bolo e barras de cereais para termos nos hotéis (dica da Andressa)!
            Em Papeete, fomos recebidos pelo receptivo da agência que nos levou até o hotel Intercontinental.  Como o vôo chegou de madrugada, tivemos apenas 4 horas no hotel!  Achei o atendimento, o hotel, a piscina (só vi na hora do check-out),... tudo maravilhoso! E esse era só o começo...

- Bora Bora
            Optamos por ficar todas as 4 noites no hotel Intercontinental Thalasso!  Pagamos pelo bungalow mais barato e tivemos um upgrade em função do cartão Ambassador!
            O hotel é maravilhoso, superou todas as minhas expectativas!  O atendimento, a decoração, o bungalow, as áreas comuns, o café-da-manhã, o jantar... não tenho do que reclamar!
            Como chegamos bem antes do horário do check-in, nos disponibilizaram um pequeno quarto com banheiro para deixar nossas malas e nos trocarmos, para já começar a explorar o hotel!
            O lugar mais lindo do hotel é onde fica a Capela, pois eles fizeram uma lagoa lá, aliás ali é o melhor local do hotel para fazer snorkel!  Esse local vale muitas fotos!  Fiquei um pouco decepcionada, pois onde ficam os bungalows é raro ver um peixe!
            Todo dia às 14hs as arraias aparecem na praia do hotel e ficam esperando para serem alimentadas! Os hóspedes também podem alimentar, basta ter coragem...
            Contratamos 2 atividades com o próprio hotel: o passeio privado no Moana Jet Boat (inclui snorkel com peixes tropicais, arraias, tubarões, nos corais e ao final um almoço num motu com direito a mesa e cadeiras na água) e 15 minutos de helicóptero! O Moana Jet Boat também dava direito a fazer o jet-ski, que poderia ser feito em outro dia!  Confesso que não fiquei muito a vontade com as arraias e os tubarões, mas não podia deixar de entrar na água.              É importante deixar dias livres para aproveitar a praia do hotel, o bungalow e as atividades que o hotel oferece!
            Infelizmente, no terceiro dia, o meu marido torceu o pé jogando futebol na praia do hotel com os “pool boys” e outros hóspedes!  Ficamos o resto do dia de molho no bungalow! Como o pé estava bastante inchado e ele não conseguia colocar no chão, acionamos o seguro-viagem e, para nossa surpresa, eles enviaram um médico a noite no bungalow!  Não posso deixar de mencionar a eficiência da equipe de concierge que, junto com a empresa do seguro, organizou a vinda do médico até o bungalow, nos ofereceu jantar no bungalow sem custo adicional, fizeram a tradução francês-inglês (o médico falava mal inglês e nós não entendíamos nada de francês) e ficou de prontidão pelo resto de nossa estadia para nos locomover com o “carrinho de golfe” entre as dependências do hotel! Em função do ocorrido, tivemos que cancelar o jet ski e resolvemos fazer o passeio de helicóptero.
            Fomos um dia ao Intercontinental La Moana, pois queríamos conhecer a praia Matira que fica próxima de lá!  Tentei dar um passeio pelas redondezas (fui sozinha, pois o marido estava com o pé imobilizado), mas encontrei cachorros no caminho e preferi voltar (li que era melhor ficar longe dos cachorros na Polinésia rsrsrs)!  Achei o Thalasso bem superior ao La Moana!
            Todo dia de manhã o hotel deixava na porta do quarto um jornal “Brasil Hoje” com um resumo das principais notícias do Brasil em português!  Achei isso o máximo!

- Rangiroa
            Na nossa próxima parada ficamos no hotel Kia Ora.  O hotel também é maravilhoso, apesar de não ter a mesma estrutura do Thalasso!  Ficamos mal acostumados com as mordomias do Thalasso e suas dezenas de funcionários, mas o Kia Ora também é excelente, pelo visto é o melhor da região!
            Já no hotel, fomos recepcionados pela Verônica, uma mexicana muito simpática.  Ela foi super atenciosa conosco, inclusive nos pediu por favor para falar em português com ela (nesta altura já estávamos falando em inglês involuntariamente), pois ela tinha poucas oportunidades de falar em espanhol e português por lá!
            No Kia Ora, optamos pelo quarto mais simples e que para nós era mais do que suficiente.  Era um bungalow que ficava a beira da praia e tinha uma jacuzzi na varanda com espreguiçadeiras.  Tinha uma vista linda para o mar degradê.  Não entrei em nenhum bungalow na água do Kia Ora, mas uma vantagem em relação ao Thalasso é que lá tinha bastante peixe embaixo!
            No primeiro dia tivemos dois inconvenientes no hotel. Primeiro, alugamos uma scooter para ver os golfinhos no Tiputa Pass, mas a scooter não chegou no horário combinado!  Não conseguimos ver os golfinhos no primeiro dia!  Já à noite, percebemos que o ar condicionado do quarto estava quebrado e tivemos que mudar de quarto!
            Também contratamos as atividades com o próprio hotel.  Em Rangiroa só tínhamos 1 dia inteiro e dois dias pela metade; o passeio ao Blue Lagoon é de 1 dia inteiro e o snorkel pelo Tiputa Pass estava acontecendo por volta de 13h.  Sendo assim, contratamos um passeio privado para conseguirmos fazer ambas as atividades. 
            O Blue Lagoon é impressionante, na viagem de ida dá para ter uma vista aérea do avião (é bom perguntar o lado do avião para aeromoça, eu não me lembro).  Do hotel até o Blue Lagoon é aproximadamente 1 hora, o mar estava batendo bastante e na volta piorou, mas valeu todo o sacrifício, pois lá é o paraíso, a água é cristalina, tem um degradê lindo e pudemos ver vários tubarões por lá!  Depois o capitão do barco nos levou para um local bem próximo dali, mas com uma profundidade maior, onde entramos na água com dezenas de tubarões galha preta e tivemos a oportunidade de ver dois tubarões limão, esses dois últimos deviam ter 3 metros ou mais!  Na volta do Blue Lagoon, fizemos o snorkel no Avarotu Pass (o Tiputa Pass estava bem agitado e não era recomendável), adorei a sensação de ser levada suavemente pela correnteza!  Na volta do passeio, conseguimos pegar a scooter e avistamos golfinhos no Tiputa Pass.  O Tiputa fica a uns 5 ou 10 minutos do hotel de scooter.  Depois disso, demos um volta pela cidadezinha, mas era domingo e quase tudo estava fechado!
            O quarto do hotel em Rangiroa tinha muito mosquito!  O hotel fornece, se solicitado, aqueles dispositivos de colocar na tomada, mas talvez fosse interessante levar um repelente também!

            Em ambos os hotéis contratamos meia pensão, sendo assim, nem pensamos em jantar algum dia fora do hotel, pois a comida era deliciosa, especialmente no Thalasso. 
            Ah, também nos dois hotéis assistimos apresentações de danças típicas da região! Adoramos!
            Na volta de Rangiroa para Papeete decidimos ir direto para o centro de Papeete para conhecer o mercado municipal e comprar pérolas negras!  Chegamos no centro por volta de 16:20 e estava tudo começando a fechar, o jeito foi entrar na primeira loja de pérolas e em seguida voltar para o aeroporto, onde teríamos que esperar até 1:50 para o vôo.
            No aeroporto tinha local para deixar as malas até 22h. Ficamos por lá conversando com um brasileiro que estava fazendo um mochilão sozinho pela Polinésia.  Aliás, ele nos contou que quando chegou em Papeete ficou pelo aeroporto para esperar o vôo para Moorea e decidiu dar uma volta pelos arredores do aeroporto quando então se deparou com um cara armado, segundo ele o cara fez questão de mostrar que estava armado, mas passou direto!
            Ainda em relação à segurança, um casal nos contou que foi seguido nos arredores do hotel La Moana, eles estavam tentando ir a alguma lojinha nas redondezas (a moça da recepção indicou a direção contrária para eles) quando dois rapazes ficaram observando e seguiram eles.  Eles tiveram impressão de ver uma arma também, mas não têm certeza!
            Achei o câmbio do dólar bem desvantajoso nos hotéis.  O câmbio do euro é o mesmo em qualquer lugar, enquanto que o do dólar varia.  Segundo o mochileiro que encontramos, ele tinha lido que o euro era mais vantajoso. Não cheguei fazer a conversão para checar qual era a melhor, mas vale a pesquisa para quem está planejando viajar para lá.
            O mês de março é conhecido como um mês chuvoso!  Semanas antes da minha viagem, comecei a acompanhar a previsão do tempo em Bora Bora e Rangiroa e fiquei bastante chateada, pois a previsão era bastante pessimista!  Por sorte e para minha felicidade, todos os dias da minha estadia fez muito sol!!!  Choveu dois dias a noite em Rangiroa somente!  O pessoal de lá informou que os dias anteriores tinham sido de chuva... tivemos sorte! J
            Itens imprescindíveis para levar nessa viagem: câmera subaquática, sapatilhas de mergulho, protetor solar, caladryl e tripé para a máquina fotográfica (melhor maneira para se ter fotos do casal)!  Obs: O tripé tem que ser despachado.  Ainda no RJ fomos barrados no raio-X e tivemos que voltar para despachar.
            Os hotéis fornecem máscaras de mergulho e nadadeiras.  Optamos por levar nossas máscaras!
            Achei a temperatura da água ideal, não chega a ser quente como as águas do Nordeste e nem fria como no Rio de Janeiro!
            No vôo de volta percebemos a quantidade de brasileiros que estava por lá, pelo menos uns 10 casais, a maioria de lua de mel! Teve um casal que fez um “day use” no Intercontinental do Tahiti para não precisar ficar horas no aeroporto aguardando o vôo de volta!  Achei uma boa idéia e acredito que não devam cobrar uma diária inteira!
            Bem, mesmo com o incidente que aconteceu com o meu marido, a viagem foi maravilhosa, nem isso atrapalhou nossa viagem! Quem sabe, algum dia nós voltamos para comemorar alguma boda...
            Andressa, mais uma vez muito obrigada pelas dicas, você foi fundamental para que tudo desse certo! 
            Beijos,

            Marcela


segunda-feira, 11 de março de 2013

A Lua de Mel do Fernando e da Bianca, em janeiro de 2013


Fernando e Bianca, 

O Tahiti é mágico, mesmo!
Uma pena vocês terem pego alguns dias de chuva em Bora Bora. Eu soube de uma tempestade tropical que passou lá perto e atingiu as ilhas... A chuva não costuma ser incessante na Polinésia, ao contrário do que houve na época em que estiveram lá. Pelo menos o sol apareceu nos últimos dias e nas demais ilhas.
Sobre a LAN, estou sabendo que os atrasos vem sendo recorrentes e os aconselho a procurar um advogado para reaver seus diretos, seja na esfera moral quanto na material. Não pode deixar passar em branco.
Por fim, fico feliz que tenham gostado, que queiram voltar e que hajam boas lembranças de lá.
Meus votos de felicidades na união.

Beijos, 
Andressa


Andressa,

Passamos nossa lua de mel no paraíso (Tahiti... rsrsr).

Saímos de Guarulhos com a LAN rumo a Papeete, via Santiago do Chile. Já no aeroporto em São Paulo, esquecemos de despachar na bagagem os frascos com mais de 100 ml, infelizmente ficaram apreendidos no RX... No check-in, nos falaram que não podíamos levar frascos com mais de 200 ml na bagagem de mão. Na verdade, quando chegamos la dentro, o limite era de 100 ml...

Lembrando que clientes que tem o Programa TAM fidelidade agora podem acumular milhas na LAN e têm prioridade no embarque, é só não esquecer de informar o número no check-in. Esquecemos de fazer na ida. Pontuamos apenas na volta.

Almoçamos em Santiago, passamos pela Ilha de Páscoa apenas por uma hora. Tem internet wi-fi grátis no aeroporto. Chegamos no Tahiti tarde da noite, mas valeu a pena. 

Fomos recebidos no aeroporto com um colar de flores e um envelope com todo nosso itinerário. Uma agente nos levou até o Hotel que passamos a primeira noite.

Ficamos no Hotel Intercontinental. Antes, tivemos o cuidado de fazer o cartão Ambassador, que nos dá direito a upgrade, recepção com uma cesta de frutas e uma garrafa diária de água mineral (muito importante, pois água potável lá custa uma fortuna).

Pela manhã fomos para Moorea, num voo rápido da Air Tahiti, a empresa local que faz o voo entre todas as ilhas (dica: entrar primeiro no avião, mas sentar nos assentos de trás, pois a saída é pela porta traseira. Eles costumam fazer overbooking, não tem número de assento definido e às vezes dá confusão com passageiros que ficam sem assento).

Moorea é uma ilha maravilhosa, montanhosa, vista incrível. Ficamos 3 dias no Intercontinental em um bungalow numa prainha quase privativa. O hotel tem o cheiro da flor Tiare Tahiti, característica da Polinésia Francesa. Fomos num passeio full day para alimentar arraias e nadar com tubarões. Experiencia inesquecível. Aprendi até descascar um côco usando só um pedaço de pau e as mãos... kkk.

De Moorea, fomos para Rangiroa. Ao contrário da primeira, esta ilha é plana, tem mais ou menos 1 km de largura por 12 km de comprimento. O mar tem uma beleza de cores e uma fauna exuberante. Vimos muitos peixes e também algumas arraias que vinham na praia do hotel. Ficamos 3 dias no Kia Ora Rangiroa em uma pool villa, quarto com piscina privativa. Lá não fizemos nenhum passeio, pois queríamos muito mergulhar. Dentro do hotel, tem um posto da TOP Dive, melhor empresa de mergulho de lá. Porém já estavam todos os pacotes lotados. Disseram que se quiséssemos participar, deveríamos ter feito a reserva com antecedência. Fica a dica. Mas mesmo assim, foi uma das ilhas que mais gostamos, pudemos relaxar bastante.

De Rangiroa, fomos para Taha’a (Raiatea). Ficamos no Le Taha’a em um bungalow sobre a água, 2 dias. Também maravilhoso. Fomos a uma fazenda de baunilha e outra de pérolas negras, onde conhecemos sua produção. Choveu muito neste dia.. Foi emocionante, num barquinho somente nós dois e o guia. No final deste dia, após a chuva, conheci um dos lugares mais bonitos da Polinésia Francesa, segundo os nativos da ilha: O Jardim de Corais de Taha’a. Fica bem próximo do hotel que estávamos e o guia nos levou para nadar com snorkel ali. Incrivel... Uma câmera a prova d’água é fundamental para quem vai para o Tahiti. Tem muita vida submarina que vale a pena registrar. Outra dica legal é levar um tripé compacto para a câmera. Ajuda na hora de tirar fotos a dois... rsrsrs.

De Taha’a, fomos enfim para Bora Bora, onde ficamos 5 dias. Três dias no Intercontinental Le Moana e 2 dias no Intercontinental Thalasso. Choveu muito nos dias que estávamos no Le Moana, os 3 dias. Choveu tanto e ventava tanto que sentíamos o bungalow sobe a água balançar à noite. No geral, não gostamos deste hotel. Tivemos dois passeios cancelados por causa do mau tempo (um tour full day na ilha e parasailing). Fizemos apenas um passeio de duas horas de jetski, quando a chuva deu uma trégua. Não recomendamos usar nenhum tipo de joia (brinco, anel, nem aliança) durante o passeio. Eles dizem lá que 1 em cada 3 casais perdem a aliança no mar.

Nos últimos dois dias em Bora Bora fomos então para o Hotel Intercontinental Thalasso. Maravilhoso, sem palavras para descrever. Ficamos em um bungalow sobre a água. Em frente da nossa cama tinha uma janela de vidro enorme com a vista de frente para a Montanha Otemanu. A estrutura deste hotel foi a melhor de todas que visitamos. Todos os dias, às 2 horas a tarde, as arraias vêm na praia do hotel e nós pudemos trata-las e curtir muito. Tem um funcionário lá, muito engraçado, que fala um pouco de português. É o Raí. Está sempre a disposição. É ele que cuida das arraias.
Em Bora Bora fomos ao famoso Restaurante Bloody Mary’s. Compensa conhecer. A refeição é mais barata do que no hotel e é melhor... rsrsrs

Ah, um item indispensável no Tahiti é a sapatilha de mergulho. Tem muito coral e cascalho nas praias. Compramos numa lojinha no aeroporto de Papeete, antes de ir para Moorea.

Depois de Bora Bora, voltamos para Papeete, Santiago e Brasil.

Na volta, nosso voo pela LAN foi remarcado para 24h após o horário inicial. A companhia falou que foi por questões metereológicas na Ilha de Páscoa. Tivemos que ficar mais um dia em Papeete. O Pior foi que a LAN não cobriu as despesas, foi tudo por nossa conta. Foi um tumulto no aeroporto. Tinha um holandês que quase bateu na agente.

Fora esse contratempo, foi uma viagem inesquecível. Pretendemos voltar lá um dia.



sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Reveillon da Natalia no Tahiti




A Natalia esteve no começo do ano no Tahiti e nos conta como foi a experiência.
Muito obrigada, querida. Desejo toda a felicidade do mundo ao casal.
Beijos, 
Andressa


Eu e meu marido estávamos planejando nosso reveillon e, como sempre fazemos, pegamos nossa listinha de lugares que queremos conhecer e iniciamos nossa pesquisa na internet para compararmos alguns destinos, ver preços, etc. O Tahiti era um sonho. Lendo o seu blog, nossa vontade de conhecer o paraíso só aumentou.

Foi então que decidimos tentar realizar esse sonho e começamos a pesquisar preços de hotéis e passagens aéreas. Tomamos um susto com o preço da passagem pois é uma parte bem cara – mesmo para uma viagem que nós já imaginávamos que seria cara. Depois de muita pesquisa  finalmente fechamos as passagens.

Em seguida começou nossa difícil decisão dos locais que visitaríamos. Pedimos opiniões (a sua e a de um amigo que passou lá sua lua de mel), conversamos, pesquisamos e decidimos ficar apenas em Bora Bora. Como teríamos 7 noites no Tahiti, poderíamos ter dividido esse tempo entre Bora Bora e outra ilha mas perderíamos quase um dia inteiro nos deslocando. Os voos que ligam as ilhas não são longos mas se computarmos fechar as malas, fazer check out, pegar o barco até o aeroporto, esperar cerca de 1 hora até o embarque, decolar, pousar, pegar as malas, pegar novo trasnfer até outro hotel, fazer check in, abrir as malas e relaxar, perde-se muito tempo. Em uma outra experiência passada, resolvemos conhecer mais lugares e dividir a viagem entre 3 ilhas bem legais deixando a mais legal para o fim da viagem. Quando chegamos na ilha principal nós sentimos um leve arrependimento de não termos ficado todo o tempo na “mais maravilhosa” de todas. Também partimos do princípio de que não dá para sentir saudade do que a gente não conhece e resolvemos ficar todos os dias em Bora Bora.

Depois dessa decisão, começou a etapa de escolher o hotel. Assistimos inúmeros vídeos no youtube, pesquisamos no seu blog, no Trip Advisor, Expedia e uma infinidade de outros sites (viva o Google!). A Amelia foi perfeita e crucial neste momento. Cotou hotéis, deu dicas, sugestões, buscava sempre uma maneira de resolver nossas dúvidas. Tínhamos muita vontade de conhecer o Four Seasons mas o preço – que já é muito salgado – estava ainda mais inflacionado por ser fim de ano. Seguindo seu conselho, fechamos o Intercontinental Thalasso. Fizemos também o cartão Ambassador e ganhamos upgrade no nosso bangalô. Apesar do hotel estar cheio, mandamos e-mail e na mesma hora confirmaram nosso upgrade - pura alegria. O cartão vale muito a pena, ficamos em um bangalô SUPER bem localizado. O único problema é que quanto mais bem localizado, mais longe do hotel em si, mas vale cada longa caminhada até a sede.

Depois de tudo decidido, era hora de planejar a mala e, mais uma vez orientada por suas dicas, comprei sapatilhas para pisar no mar chão cheio de pedras, renovei o estoque de protetor solar e comprei uma case a prova d`água para a máquina fotográfica.

Tudo pronto, finalmente chegou o dia de embarcarmos. Viajamos no dia 28/12 para Santiago, ficamos no Chile até o dia 31/12 pois não havia voo antes. No último dia do ano, embarcamos para o Tahiti fazendo escala na Ilha de Páscoa.

Antes que eu me esqueça de comentar, gostamos bastante dos aviões da Lan, bem modernos, diversas opções de entreterimento a bordo como jogos, filmes, seriados, etc.

Desembarcamos em Papeete, pegamos as malas e chegamos a tempo de passar a virada do ano na recepção do hotel – ficamos no Intercontinental. Demos uma voltinha pelo hotel e fomos dormir pois no dia 01/01 pegamos nosso voo para Bora Bora.

 Só o voo para Bora Bora já é algo maravilhoso, né?  Fomos no fim da manhã e ficamos maravilhados com a vista extraordinária da ilha. Desembarcamos e pegamos o barco até nosso hotel. Recepção maravilhosa, tivemos prioridade no check in por causa do cartão Ambassador. Além disso, o horário de entrada nos quartos era 14h mas não precisamos esperar, nosso quarto já estava pronto.

Que emoção entrar no bangalô! Uma delícia, tudo lindo, amplo, novo, bem cuidado. O Intercontinental Thalasso realmente só se compara com o Four Seasons. O hotel é todo novo, tem uma estrutura maravilhosa, a grande maioria dos funcionários são super educados e atenciosos. Alguns hotéis estão bem decadentes por lá, ficamos sabendo que o Club Med até mesmo fechou as portas.

Uma vez instalados no paraíso, começamos a nos divertir. Fizemos o passeio de barco que reservamos no concirege do hotel. Fomos só nós dois no barco com 2 tripulantes passear ao redor da ilha. Durante o passeio paramos para alimentar e nadar com os tubarões, depois com as arraias e depois fizemos snorkel em 2 pontos diferentes. O primeiro foi com tubarões maiores, eles chamam de lemon shark, não sei qual seria o nome em português e o outro com a arraia manta (que não deu o ar da sua graça nesse dia). Depois almoçamos maravilhosamente bem com os pés na dentro d`água num motu “só nosso”, tomamos vinho branco e tudo. Uma delícia. Eles montam uma mesa linda de almoço dentro da água e servem comida local fresca bem gostosa. É o passeio que mais gostei em toda a viagem.

Também fizemos o passeio de jet-ski, bem legal também. Saímos para mergulhar com cilindro com o pessoal da loja de mergulho do próprio hotel – credenciado pela PADI. Vimos muitos peixes, arraia manta e tubarões.

Agora chego na parte triste do meu relato.... pegamos chuva, muita chuva. Nós sabíamos que dezembro e janeiro é temporada de chuvas mas imaginávamos, por experiência em outras viagens durante período chuvoso de 2 outras ilhas, que se pegássemos chuva, seria uma rajada de alguns minutos e depois alternância de períodos de nublado, chuviscos e mas sempre predomínio de sol. Mas acabamos pegamos 3 dias de chuva, sendo que um desses dias foi de temporal, chuva torrencial com raios o dia inteiro. Acabamos aproveitando para descansar, ler e até assistimos alguns filmes. Mas viajar para tão longe, pagar tão caro e pegar tanta chuva é muito triste. Realmente eu não recomendaria visitar o Tahiti neste período, acho que não vale a pena correr esse risco. Depois ficamos sabendo que toda aquela chuva não era comum mesmo e parece que um ciclone em uma ilha perto da Austrália estava causando aquele volume absurdo de chuva no Tahiti. Foi tanta chuva que a parte do concierge do Hotel e do bar teve problemas e ficou fechada pelo resto de tempo que tivemos lá.

Mas mesmo assim nossa viagem foi maravilhosa. Como ficamos muitos dias em Bora Bora fomos mais de uma vez ao centrinho. Aproveitando o assunto, tem um supermercado super simples mas que vende de tudo, inclusive bebidas para todos os gostos. Passamos por lá e nos abastecemos pois a bebida no hotel é muito, muito, muito cara. Os quartos possuem balde de gelo, taças, abridor e o que é melhor: máquinas de gelo nos corredores. Vale muito a pena. Além disso, o supermercado também vende o Monoi, as favas de baunilha e cartões postais por precinhos muito mais camaradas que nas outras lojinhas.

No centrinho também existem algumas lojinhas de artesanatos, de muitas de pérolas, algumas galerias e até uma pequena livraria cheia de livros bacanas sobre arte e fotografias do Tahiti. Realmente vale a pena comprar pérola lá. No hotel tem a loja de uma designer bem famosa por lá e ela realmente desenha algumas peças bem legais mas se você deseja comprar apenas a pérola, vale a pena ir no centro. Tem algumas lojas por lá, dá para escolher bastante.

Quanto à alimentação, achei os restaurantes do hotel muito bons. Todos os dias a comida estava perfeita e o café da manhã era simplesmente maravilhoso. Pães, panquecas, omeletes, bolos, iogurte, geleias caseiras, frutas e sucos deliciosos faziam a nossa festa matinal. Realmente é tudo muito caro e não vale a pena ficar lá sem ter a meia pensão incluída na diária.

A estrutura do hotel é excelente, a moça da loja de pérolas fez tanta propaganda do SPA que resolvi testar nunha manhã chuvosa. Apesar de cara, a massagem é uma delícia, o chão da sala é de vidro e deitada na maca dá pra ver o fundo do mar e os peixes. Além disso, você pode usar a estrutura do SPA como sauna, piscina gelada de água do mar, entre outros.

Depois de relaxar bastante chega a hora de voltar pra casa. A volta foi longa, eram 5 voos, 6 aeroportos (não moro em SP). Fizemos a viagem de volta Bora Bora x Papeete, Papeete x Ilha de Pascoa x Santiago e dormimos no Chile. No outro dia de manhã embarcamos para o Brasil e posso dizer que se não fosse a noite dormida no Chile, não sei se aguentaria. Realmente vale a pena parar um pouco, nem que sejam algumas horas para tomar um banho e deitar.

Chegamos em casa cansados,  com o fuso desregulado e super felizes de termos vivido momentos tão lindos. Bora Bora é uma ilha maravilhosa, paradisíaca, uma delícia para curtir a natureza e relaxar. Realmente, é a viagem dos sonhos. Tomara que um dia tenhamos a oportunidade de voltar.

Andressa, você é muito querida, atenciosa e sabe tudo sobre o Tahiti. Ter lido seu blog e suas dicas antes de tomar as decisões fez toda a diferença na nossa viagem. MUITO OBRIGADA pelo carinho e atenção! Um grande beijo.

Natália